sábado, 2 de novembro de 2013

COPA DO MUNDO

Foi oferecido ao General João Figueiredo, último militar a ocupar a Presidência da República, durante o regime militar, a realização da Copa do Mundo de 1986 no Brasil. Foi João Havelange que lhe fez a proposta. Quando soube que o custo para realizar a copa seria na ordem de 1 bilhão de dólares, o que na época era um valor astronômico para o Brasil, que estava com problema cambial devido a falta de liquidez no mercado internacional.
Agradeceu e recusou de forma firme, dizendo que precisava diminuir as desigualdades regionais e tocar as obras de grande vulto que estavam em andamento, como as grandes hidrelétricas e o grande programa de política de agricultura, o plante que o João garante.
Ele teve a preocupação social ao contrário de um ex-presidente que criou uma ilha de fantasia, trazendo a copa sem ter as mínimas condições. Somente por vaidade pessoal. E vamos todos ainda pagar por esse absurdo.

ESSAS MULHERES!!!



JUSTIÇA SOCIAL

É comum, em países latinos-americanos, confundir assistencialismo com justiça social. Nada a ver uma coisa com a outra. A justiça social vem de um mercado economicamente ativo. Justiça social não é dar coisas para as pessoas e torná-las clientes do estado, destruindo seu caráter. Está sendo criado em nosso país as "vítimas históricas". Para várias finalidades, existe a necessidade de torná-las dependentes do estado, sem retribuir com produtividade. Criar cotas raciais não promovem justiça social, muito pelo contrário.
Só se pode redistribuir a renda de forma justa quando existe um aumento real de produtividade da sociedade. Estamos hoje pagando pela farra das bolsas, quando a dívida pública do Brasil cresceu de forma assustadora, chegando a quase 50% do PIB.
A verdadeira justiça social se faz no aumento da produtividade do estado, na aplicação correta dos impostos e na geração de empregos.
Só a promoção da igualdade e da liberdade é capaz de promover a Justiça Social aos menos favorecidos.

Luiz Fernando Taddei

DIA DOS FINADOS

HISTÓRIA DO DIA DE FINADOS
O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.

Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.
Mons. Arnaldo Beltrami – vigário episcopal de comunicação
Fonte: http://www.arquidiocese-sp.org.br