É comum, em países latinos-americanos, confundir assistencialismo com justiça social. Nada a ver uma coisa com a outra. A justiça social vem de um mercado economicamente ativo. Justiça social não é dar coisas para as pessoas e torná-las clientes do estado, destruindo seu caráter. Está sendo criado em nosso país as "vítimas históricas". Para várias finalidades, existe a necessidade de torná-las dependentes do estado, sem retribuir com produtividade. Criar cotas raciais não promovem justiça social, muito pelo contrário.
Só se pode redistribuir a renda de forma justa quando existe um aumento real de produtividade da sociedade. Estamos hoje pagando pela farra das bolsas, quando a dívida pública do Brasil cresceu de forma assustadora, chegando a quase 50% do PIB.
A verdadeira justiça social se faz no aumento da produtividade do estado, na aplicação correta dos impostos e na geração de empregos.
Só a promoção da igualdade e da liberdade é capaz de promover a Justiça Social aos menos favorecidos.
Luiz Fernando Taddei
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